06/10/2026
Quando alguém senta na minha cadeira, eu não penso primeiro no sorriso que quero criar. Eu começo olhando para o que já existe.
Cada pessoa chega com uma história diferente. Às vezes, é o início de uma relação. Em outras, é a continuação de um cuidado que já vem de algum tempo. E isso muda a forma como eu enxergo cada caso.
Meu trabalho é entender aquele sorriso, respeitar suas características e planejar o que realmente pode ser melhorado, sem transformar a pessoa em alguém que ela não reconhece no espelho.
No fim, o resultado que mais me importa é aquele que parece natural para quem olha e, principalmente, verdadeiro para quem sorri.